sexta-feira, 11 de março de 2011

 
 
 
Sexy?Vulgar?....eis a questão!!!

Invadimos a intimidade masculina para descobrir as diferenças entre ser irresistivelmente atraente e... descaradamente oferecida. As diferenças são sutis e, por isso, todo cuidado é pouco. Veja as listas e planeje sua estratégia de sedução sem queimar o filme. 

Uma mulher sexy é... 

Confiante e bem-humorada 

Ela é segura de si. Sabe que é atraente, por isso irradia confiança e naturalidade. Nada mais encantador para um homem do que sentir-se bem-vindo. Isso diminui a ansiedade dele e afasta o fantasma da rejeição. Bem- humorada, não se intimida nem se assusta com os olhares cobiçosos do sexo oposto. Se está a fim, insinua-se com discrição. Quando não está, educadamente deixa isso claro para o outro. Tem iniciativa sem ser atirada. 

...Curiosa e disposta 

Ela sente tesão pela vida. Tem vontade de conhecer, de tocar, de cheirar e de experimentar coisas novas. Gosta de comer e de beber. Está aberta para viver novas experiências e tem toda disposição para ousar, na cama, novas possibilidades de prazer. Faz tudo com muito charme e tem todo o tempo do mundo para conquistar seu príncipe. 

...Marcante e surpreendente 

Ela tem um jeito especial de andar, de olhar, de sorrir, de usar as mãos quando fala. Uma mulher sexy não precisa dizer nada para o homem notar que ela está a fim. Além dessa manha, ela tem um algo a mais: é inteligente. Usa bem as palavras, é charmosa e, ao mesmo tempo, demonstra ter segredos para serem desvendados. 

...Gostosa e difícil 

Uma mulher estonteantemente sexy tem curvas bem traçadas. Um corpo feminino e cheio de saúde. Não precisa ser escultural, se estiver satisfeita com a própria aparência. Gosta de se cuidar e de se vestir bem. Tudo isso passa uma mensagem positiva para o homem. Não quer ser considerada apenas uma gostosona, por isso não é de aceitar sair logo de cara. Ela gosta que o homem a conquiste primeiro. 

Uma mulher vulgar é... 

...Espalhafatosa e atirada 

Para chamar a atenção ela exagera no decote, na maquiagem e no palavreado. É totalmente fake. Quando quer conquistar um cara, vai feito uma draga. Gosta de levar vantagem em tudo. Se vai a um restaurante, pede pratos caros e bebidas sofisticadas só para mostrar que sabe das coisas. E se está a fim de continuar o programa, vai logo se esfregando no cara. 

...Agressiva e interesseira 

Para conseguir o que deseja, marca sob pressão. Não interessa se o cara está acompanhado ou não, a moça não tem vergonha de insinuar nem de ser indelicada com a mulher que o acompanha. Só paquera o sujeito que tem carro, está bem vestido e pode render alguma coisa para ela. Sua arma é sempre o sexo, o seu corpo e a promessa de satisfazer o outro. 

...Desrespeitosa e escandalosa 

A mulher vulgar é exibida. Gosta de falar besteiras, dizer palavrões fora de hora, só para chamar a atenção. Parece estar sempre mentindo e inventando histórias. Passa cantadas grosseiras e tem sempre um olhar tarado para os homens, o que acaba deixando-os embaraçados. 

...Fácil e deselegante 

Ela acha que para conquistar os homens deve abrir logo o jogo. Considera peitos e bunda tudo e não sente o menor pudor em exibi-los para quem quiser ver. É fácil de ser conquistada e dá bola para todo mundo. Trata os homens como objetos e deixa que eles a tratem da mesma forma. Não é elegante nem sabe se vestir. 

Agora são os homens que explicam a diferença 

"Cintura fina, seios fartos e quadris bem torneados, recheados para a gente pegar. Mulher com essa geografia tem um magnetismo irresistível. Mas ela tem que ser chique na sua sensualidade. As vulgares às vezes até são bonitas, mas estão tão preocupadas em jogar os peitos na gente que perdem a graça. São tão fáceis, passam a mão, fazem convites... Me dão pena." Ricardo, 28 anos 

"Uma mulher sexy sabe tomar iniciativa. Não pula em cima de você e se oferece, como as vulgares costumam fazer e que considero a pior coisa do mundo. A sexy sabe o que quer e sabe o que fazer para conseguir." Zé, 39 anos 

"Uma mulher sensual sabe se divertir. Ri com vontade, bebe uísque, tequila, vodca, mas sempre de maneira elegante. Gosta muito de fazer sexo e. Assim como gosta de ter prazer, se preocupa em dar prazer ao outro também. Não é como essas meninas vulgares que atacam a gente quando estão a fim de descolar um pato para pagar um programa bacana." Leonardo, 33 anos 

"Aquela cantada barata é que me incomoda. A mulher sensual é delicada e sabe a hora de agir, por isso é tão atraente. A mulher vulgar não tem estilo e é muito atirada. Uma vez me enganei com uma moça. Achei que era supersensual, mas quando chegamos num barzinho ela se revelou. Falava alto, paquerava meus amigos, fazia brincadeiras escandalosas... Me senti humilhado." Jonas, 27 anos 

Esses comentários são de jovens,e percebam que eles teem cabeça!!!!

Seja muito sensual,sem cair na vulgaridade,os tempos mudaram,mas a essência masculina continua no primitivismo...questão animal que todos temos,independente do sexo..eles sempre irão perceber qual é a sua!!!!
Classe garota...classe...
 

A condição sexual da pessoa que rejeita sua identidade genética e a própria anatomia de seu gênero é chamada de transexualidade, pois o indivíduo se identifica psicologicamente com o gênero oposto.

O portador desse desvio psicológico permanente, é conhecido como transexual que rejeita seu fenótipo natural, tendenciando à automutilação ou auto-extermínio, já que possui a convicção que nasceu com o corpo errado.

O verdadeiro transexual é um doente, não estando impelido por libertinagem ou vício de agir conforme o sexo oposto ao seu. Sua dignidade deve ser respeitada, já que não foi favorecido pela sorte, sofrendo de perturbação de identidade sexual.

O transexual apresenta uma anomalia surgida no desenvolvimento da estrutura nervosa central, por ocasião do seu estado embrionário, que contudo, não altera suas atividades intelectuais o profissionais. Em regra,  média do quociente de intelectual de um transexual, varia entre 106 e 118, ou seja, um pouco superior à média.

A inserção social do transexual é muito difícil, assim como o seu acesso a uma profissão já que sofre rejeição pela família, sendo ridicularizado pela sociedade e marginalizado socialmente em locais onde deve apresentar documento pessoal. Quem daria emprego a um homem vestido de mulher ou a uma mulher com indumentária masculina?

O desemprego do transexual não está relacionado a sua capacidade ou incapacidade intelectual, mas à inadequação do registro civil à sua aparência. Daí o motivo pelo qual, ao fazer a operação de mudança de sexo, vem a pleitear a adequação do prenome e do sexo no registro civil, facilitando assim o seu acesso a uma profissão.
 
por isso temos nossos direitos, somos seres humanos iguais a você....

direitos iguais...


Tempo de conhecer o outro


O namoro é dinâmico como a própria vida das pessoas. Hoje, a liberdade é enorme quando se fala desse assunto, o que, aliás, torna-se ocasião para muitos desvirtuamentos nessa área. Coisas que para a geração anterior era impensável, hoje tornou-se comum entre os jovens, como, por exemplo, viajar juntos sem os pais; dormirem na mesma casa, entre outros. Se por um lado essa liberação pode até facilitar a maturidade dos jovens namorados, não há como negar que é uma oportunidade imensa para que o relacionamento deles ultrapasse os limites de namorados e os precipite na vida sexual. 

Lamentavelmente tornou-se comum entre os casais de namorados a vida sexual, inadequada nessa fase. O namoro, como já mostramos, é o tempo de conhecer o outro, escolher o parceiro com quem a vida será vivida até a morte, e é o tempo de crescimento a dois. Tudo isso será vivido por meio de um diálogo rico dos dois, pelo qual cada um vai se revelando ao outro, trocando as suas experiências e as suas riquezas interiores. Dessa forma, começa a construção recíproca de cada um, o que continuará após o casamento. 

O namoro implica o reconhecimento do outro, a sua aceitação e a comunicação com ele. É diferente conhecer uma pessoa e conhecer um objeto. O objeto é frio, a pessoa é um “mistério”; não pode ser entendida só pela inteligência, pois a sua realidade interior é muito mais rica do que a ideia que fazemos dela pelas aparências. Você só poderá conhecer a pessoa pelo coração e pela revelação que ela faz de si mesma a você. No objeto vale a quantidade, o peso, o tamanho, a forma, o gosto; na pessoa vale a qualidade. O objeto é um problema a ser resolvido; a pessoa é mistério a ser revelado e compreendido. Saiba que você está diante de uma pessoa que é única (indivíduo), insubstituível, original, distinta de todos os outros... Alguém já disse que cada pessoa é “uma palavra de Deus que não se repete”. Não fomos feitos numa fôrma. 

No namoro você terá de respeitar essa “individualidade” do outro, para não sufocá-lo. Muitas crises surgem porque ambos não se respeitam como pessoas e únicos. É por isso que as comparações e os padrões rígidos podem ser prejudiciais. Você não pode querer que a sua namorada seja igual àquela moça que você conhece e admira; o seu namorado não tem que ser igual ao seu pai... Cada um é um. A liberdade é uma condição essencial da pessoa. Sem liberdade não há pessoa. 

É no encontro com o outro que a pessoa se realiza; e aqui está a beleza do namoro vivido corretamente. Ele leva você a abrir-se ao outro. A partir daí você deixa de ser criança e começa a tornar-se adulto; porque já não olha só para si mesmo. O namoro é esse tempo bonito de intercomunicação entre duas almas. Mas toda revelação implica num comprometimento de ambos e num engajamento de vidas. “Tu te tornas eternamente responsável por aquele que cativas”, disse o pequeno príncipe [na obra homônima “O Pequeno Príncipe”]. 

Você se torna responsável por aquele que se revela a você do mais íntimo do seu ser. Cuidado, portanto, para não “coisificar” a sua namorada. Às vezes, essa coisificação do outro se torna até meio inconsciente hoje. Ela acontece, por exemplo, quando o noivo proíbe a noiva de usar batom ou a proíbe de cortar os cabelos. O marido “coisifica” a esposa quando a obriga a ter uma relação sexual com ele, quando não lhe permite participar das “suas” decisões financeiras e quando a proíbe de ter alguma atividade na Igreja, entre outros. Da mesma forma, o namorado “coisifica” a namorada quando faz chantagens emocionais com ela para conseguir o que quer. Assim como a namorada “coisifica” o namorado quando o sufoca fazendo-o ficar o tempo todo do seu lado, sem que o rapaz possa fazer outros programas com os amigos... 

Não faça do outro um objeto nem deixe que o relacionamento de vocês se torne uma “dominação do outro”; mas sim, um “encontro” entre ambos. 

Namorar é dialogar! O diálogo é mais do que uma conversa; é um encontro de almas em busca do conhecimento e do crescimento mútuo. Sem um bom diálogo não há um namoro feliz e bonito. É pelo diálogo que o casal – seja de namorados ou cônjuges – aprende a se conhecer, ajuda-se mutuamente a corrigir suas falhas, vence as dificuldades, cultiva o amor, se aperfeiçoa e se une cada vez mais. 

Os namorados que sabem dialogar sabem escolher bem a pessoa adequada, fazendo uma escolha com lucidez e conhecimento maduro. Para haver diálogo você precisa aprender a ouvir o outro; a ter paciência para entender o que ele quer dizer, e, só depois, concordar ou discordar. Seja paciente, não corte a palavra do outro antes que ele a complete. Lembre-se: diálogo não é discussão. É preferível “perder” uma discussão do que dominar o outro. 

À medida que o tempo for passando, o diálogo amadurecendo e o namoro se firmando, então será necessário conversar sobre as coisas do futuro, para se saber quais as aspirações que cada um traz no coração, e se elas se coadunam mutuamente. Não se trata de ficar sonhando no vazio sobre o futuro, mas de começar a escolher e a preparar a vida que ambos vão viver e construir amanhã: a família, os filhos, entre outros projetos. 

Nada de real se faz nesta vida sem um sonho, um projeto, um plano e uma construção. Se de um lado, sonhar no vazio é uma doce ilusão; por outro, refletir sobre o que se quer construir no futuro é uma necessidade. É assim que nasce um lar.
O namoro é dinâmico como a própria vida das pessoas. Hoje, a liberdade é enorme quando se fala desse assunto, o que, aliás, torna-se ocasião para muitos desvirtuamentos nessa área. Coisas que para a geração anterior era impensável, hoje tornou-se comum entre os jovens, como, por exemplo, viajar juntos sem os pais; dormirem na mesma casa, entre outros. Se por um lado essa liberação pode até facilitar a maturidade dos jovens namorados, não há como negar que é uma oportunidade imensa para que o relacionamento deles ultrapasse os limites de namorados e os precipite na vida sexual. 

Lamentavelmente tornou-se comum entre os casais de namorados a vida sexual, inadequada nessa fase. O namoro, como já mostramos, é o tempo de conhecer o outro, escolher o parceiro com quem a vida será vivida até a morte, e é o tempo de crescimento a dois. Tudo isso será vivido por meio de um diálogo rico dos dois, pelo qual cada um vai se revelando ao outro, trocando as suas experiências e as suas riquezas interiores. Dessa forma, começa a construção recíproca de cada um, o que continuará após o casamento. 

O namoro implica o reconhecimento do outro, a sua aceitação e a comunicação com ele. É diferente conhecer uma pessoa e conhecer um objeto. O objeto é frio, a pessoa é um “mistério”; não pode ser entendida só pela inteligência, pois a sua realidade interior é muito mais rica do que a ideia que fazemos dela pelas aparências. Você só poderá conhecer a pessoa pelo coração e pela revelação que ela faz de si mesma a você. No objeto vale a quantidade, o peso, o tamanho, a forma, o gosto; na pessoa vale a qualidade. O objeto é um problema a ser resolvido; a pessoa é mistério a ser revelado e compreendido. Saiba que você está diante de uma pessoa que é única (indivíduo), insubstituível, original, distinta de todos os outros... Alguém já disse que cada pessoa é “uma palavra de Deus que não se repete”. Não fomos feitos numa fôrma. 

No namoro você terá de respeitar essa “individualidade” do outro, para não sufocá-lo. Muitas crises surgem porque ambos não se respeitam como pessoas e únicos. É por isso que as comparações e os padrões rígidos podem ser prejudiciais. Você não pode querer que a sua namorada seja igual àquela moça que você conhece e admira; o seu namorado não tem que ser igual ao seu pai... Cada um é um. A liberdade é uma condição essencial da pessoa. Sem liberdade não há pessoa. 

É no encontro com o outro que a pessoa se realiza; e aqui está a beleza do namoro vivido corretamente. Ele leva você a abrir-se ao outro. A partir daí você deixa de ser criança e começa a tornar-se adulto; porque já não olha só para si mesmo. O namoro é esse tempo bonito de intercomunicação entre duas almas. Mas toda revelação implica num comprometimento de ambos e num engajamento de vidas. “Tu te tornas eternamente responsável por aquele que cativas”, disse o pequeno príncipe [na obra homônima “O Pequeno Príncipe”]. 

Você se torna responsável por aquele que se revela a você do mais íntimo do seu ser. Cuidado, portanto, para não “coisificar” a sua namorada. Às vezes, essa coisificação do outro se torna até meio inconsciente hoje. Ela acontece, por exemplo, quando o noivo proíbe a noiva de usar batom ou a proíbe de cortar os cabelos. O marido “coisifica” a esposa quando a obriga a ter uma relação sexual com ele, quando não lhe permite participar das “suas” decisões financeiras e quando a proíbe de ter alguma atividade na Igreja, entre outros. Da mesma forma, o namorado “coisifica” a namorada quando faz chantagens emocionais com ela para conseguir o que quer. Assim como a namorada “coisifica” o namorado quando o sufoca fazendo-o ficar o tempo todo do seu lado, sem que o rapaz possa fazer outros programas com os amigos... 

Não faça do outro um objeto nem deixe que o relacionamento de vocês se torne uma “dominação do outro”; mas sim, um “encontro” entre ambos. 

Namorar é dialogar! O diálogo é mais do que uma conversa; é um encontro de almas em busca do conhecimento e do crescimento mútuo. Sem um bom diálogo não há um namoro feliz e bonito. É pelo diálogo que o casal – seja de namorados ou cônjuges – aprende a se conhecer, ajuda-se mutuamente a corrigir suas falhas, vence as dificuldades, cultiva o amor, se aperfeiçoa e se une cada vez mais. 

Os namorados que sabem dialogar sabem escolher bem a pessoa adequada, fazendo uma escolha com lucidez e conhecimento maduro. Para haver diálogo você precisa aprender a ouvir o outro; a ter paciência para entender o que ele quer dizer, e, só depois, concordar ou discordar. Seja paciente, não corte a palavra do outro antes que ele a complete. Lembre-se: diálogo não é discussão. É preferível “perder” uma discussão do que dominar o outro. 

À medida que o tempo for passando, o diálogo amadurecendo e o namoro se firmando, então será necessário conversar sobre as coisas do futuro, para se saber quais as aspirações que cada um traz no coração, e se elas se coadunam mutuamente. Não se trata de ficar sonhando no vazio sobre o futuro, mas de começar a escolher e a preparar a vida que ambos vão viver e construir amanhã: a família, os filhos, entre outros projetos. 

Nada de real se faz nesta vida sem um sonho, um projeto, um plano e uma construção. Se de um lado, sonhar no vazio é uma doce ilusão; por outro, refletir sobre o que se quer construir no futuro é uma necessidade. É assim que nasce um lar.